Desculpa se te perdi.
Se procurei amar-te a medo, quando na verdade tinha o mundo nas mãos. Nem sempre é assim tão fácil saber dar. Saber saber sempre aquilo que sentes. Aquilo que sinto. Se te ignorei quando vinhas…se te chamei quando não estavas. Desculpa se te amei e não me dei conta.
Desculpa por não te pedir que voltes.
Por nem sempre te pedir que voltes. Talvez não te ame realmente...mas um talvez é sempre tão vago: quase mil certezas lá cabem dentro. Talvez te ame realmente...
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Desculpa se alguma vez te amei...
Núria R. Pinto
1 comentário:
Oh meu amor... Estás desculpada!!! Sabes que te perdoarei sempre tudo! =P Gosto destas palavras, não apenas por gostar mas porque são tão reais... Os desencontros em condição de amor, tão legítimos e tão condenados... "Talvez"... Mas o que é amar realmente? Robert Schneider tem uma opinião bem particular acerca disso em "Quem Ama Não Dorme" (tens de ler)... De qualquer modo penso que não podemos estar sempre disponíveis para amar (ou pelo menos demonstrá-lo) alguém, mesmo que amemos esse alguém toda uma vida... De qualquer modo, amo-te! Ehehe! Beijinhos para a minha escritora preferida... ;)
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