Ela bem disse
que o medo, um dia, a iria consumir.
Eu não ouvi, tão pouco quis saber.
Julguei ter a razão em mim
e todo o tempo para a fazer sair sem
a deixar cair.
Foi só no dia em que ela quis
mostrar um pouco mais de si:
Quis entender as voltas que se dá
em torno das conversas de chá e
das falsas aparências.
Consequências,
de ser mais uma entre os demais.
Joana não quis crer
que a vida dá,
mas tira sempre mais.
Núria R. Pinto
1 comentário:
Referes assim o meu nome... Acaso ou não, o que é certo é que as tuas essas palavras estão-me tão no coração como o nome no meu BI... Beijos minha querida, adoro-te, a ti e às tuas palavras... sempre...
Joana
Enviar um comentário