sexta-feira, 9 de maio de 2008

Da ode ao amor in finito

Picasso




Para sempre é tão pouco...



Quando o amor excede as barreiras do tempo,



quando dorme ao nosso lado e come



connosco à mesa.






Para sempre é tão pouco...



Quando o amanhã chega tão cedo,



e tudo se dissipa.






(Quando tudo se dissipa...)






Para sempre é sempre tão pouco...



quando o amor é mais que nós,



que eu



ou tu.






.






E é sempre,



quase sempre foi tão pouco.






Quanto o eterno se desfaz.



O tempo se quebra.



E reduz.



Perante o amor (in) finito



Núria R. Pinto

2 comentários:

Ana Sant'Ana disse...

amor in finito como a morte
amor que nos alimenta e que nos faz morrer
amor k nos faz encontrar e k nos faz perder
amor k sangra e k brilha na escuridao do dia

amor...

Ana Sant'Ana disse...

amor in finito como a morte
amor que nos alimenta e que nos faz morrer
amor k nos faz encontrar e k nos faz perder
amor k sangra e k brilha na escuridao do dia

amor...